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sábado, 20 de fevereiro de 2010

Lê Chat



Gato preto no mato seco
Esconde-se com esperteza
Assim tão quieto e sorrateiro
Que só é visto quando rosneia

Gato preto no trigal seco
A espreita durante a colheita
Quando as aves vêm saborear
Os grãos que na terra hão de ficar

Gato preto na relva seca
Cujo olhar não sai do lugar
Aguarda o momento certo
Que minha distração o fará escapar.



David Lorenzon Ferreira


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